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Pitter Lucena

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Jornalista, acreano, trabalhou nos jornais A Gazeta, A Tribuna e O Rio Branco, e nas TVs Acre (Globo), Rio Branco (SBT), União (Bandeirantes) e Record (Rede Record), todos de Rio Branco (AC). Atualmente, é assessor de Imprensa no Senado Federal.

06/08/2008 - 17h50

Fonte: Pitter Lucena

Geraldo Mesquita anuncia lançamento de livro sobre a história do Acre

A publicação visa celebrar os 106 anos da chamada "Revolução Acreana", completados nesta terça-feira (6). O processo, iniciado em 1902, culminou com a anexação do Acre (então parte da Bolívia) ao Brasil.

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Geraldo Mesquita anuncia lançamento de livro sobre a história do Acre

O senador Geraldo Mesquita Júnior (PMDB-AC) anunciou em Plenário a republicação do livro O Acre e seus Heróis, escrito por Napoleão Ribeiro em 1930 e desde então esgotado. O livro será publicado brevemente pela Editora do Senado. A publicação visa celebrar os 106 anos da chamada "Revolução Acreana", completados nesta terça-feira (6). O processo, iniciado em 1902, culminou com a anexação do Acre (então parte da Bolívia) ao Brasil.

“Exatamente neste dia, há 106 anos, tinha início na Amazônia uma epopéia que passou a ser conhecida como Revolução Acreana, comandada por um gaúcho, com a participação de milhares de nordestinos, cearenses, acreanos, e tantos outros personagens”, disse.

O Acre e seus Heróis, segundo o senador, é uma obra de fundamental importância para a história do Acre, que em breve estará sendo distribuída aos acreanos, já que o livro está acabando de sair da gráfica do Senado.

Num dos trechos da obra revela que o Intendente-Geral da polícia boliviana, Juan de Dios Barrientos, ao ser despertado tão cedo e ignorando do que se tratava, exclamou, aturdido: “Es temprano para la fiesta”, julgando que fossem manifestações populares por motivo da independência dos seu País. E respondeu-lhe o coronel Plácido de Castro: “Não é festa, é revolução e sem nenhuma resistência, todos os bolivianos foram presos e remetidos para Manaus.

“É óbvio que isso faz parte da história há cento e seis anos. Hoje, a nossa relação com a Bolívia é a melhor possível. Temos enorme apreço pelos nossos patrícios bolivianos. Mas isso aqui é história”, explicou o senador.


A matéria acima é de exclusiva responsabilidade do autor.

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